Construída em tempo recorde, obra do rio Guaió ampliou a segurança hídrica do Sistema Alto Tietê

Visita as Obras Rio Guaiaó

Realizada em tempo recorde para combater a maior seca da história, a captação do Rio Guaió já contribuiu com um volume afluente ao Sistema Alto Tietê na ordem de 19,4 bilhões de litros de água, o que corresponde a 23% do volume operacional (capacidade de armazenamento) da represa de Taiaçupeba. A obra foi concluída em 29 de junho de 2015, após três meses de um trabalho diuturno de mais de 70 pessoas e  30 mil horas empregadas. Foram assentados 8.931 metros de adutora de 800mm com a utilização de tecnologia e equipamentos da mais alta precisão. 

A captação é realizada no Rio Guaió sem barragem para regularização da vazão. Ela tem potencial para captar até 1.000 litros de água bruta por segundo na média anual. Portanto, pode retirar vazão menor ou maior de acordo com a disponibilidade do manancial. O bombeamento foi dimensionado para utilizar as vazões que flutuam. O estudo das vazões foi elaborado pela Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica (FCTH/USP). Para se ter uma ideia, o custo unitário bombeado na  captação do Rio Guaió  é de apenas R$ 0,18/m3, muito menor quando comparado com sistemas produtores mais distantes como,   por exemplo, o Sistema Produtor São Lourenço, que equivale a R$ 2,03/m3

Mais do que simplesmente socorrer o Sistema Produtor Alto Tietê, a obra foi  fundamental para conferir maior segurança hídrica. Portanto, a captação de água do rio Guaió foi e continua sendo de suma importância, tanto para a manutenção da disponibilidade de água para tratamento no Sistema Alto Tietê, quanto para a recuperação do volume de água armazenada nesse sistema.​​ 

Fonte: SABESP

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Habitação: inscrições abertas para moradias no centro de São Paulo

Entrega de Moradias do Residencial São Caetano da Parceria Público-Privada da Habitação

Para se inscrever é necessário que um dos integrantes da família esteja empregado na região

A Secretaria da Habitação do Governo do Estado de São Paulo recebe até o dia 24 de julho inscrições de interessados em concorrer ao financiamento de uma das 2.660 moradias que serão construídas em regime de Parceria-Público-Privada (PPP), no centro de São Paulo. Como o prazo foi prorrogado, a data prevista para a realização do sorteio foi alterada para 60 dias após a data final das inscrições.

O objetivo do empreendimento é aproximar a residência da pessoa de seu local de trabalho. Por isso, é necessário que pelo menos um dos integrantes da família esteja empregado na região central de São Paulo.

A renda mensal familiar bruta deve estar enquadrada na faixa de um a seis salários mínimos (R$ 810 a R$ 4.344) e não é permitida a participação de famílias que já tenham imóvel ou que estejam inscritas em outros programas de financiamento habitacional.

Do total de moradias, 80% estão destinadas aos inscritos que moram fora da região mas com emprego na região central. As restantes 20% das unidades estão reservadas aos inscritos que residem e trabalham no centro da capital paulista.

As inscrições devem ser feitas pela internet no Portal da Secretaria da Habitação (clique aqui para conhecer as regras de financiamento e se inscrever).

Durante a prorrogação do prazo de inscrição, a Secretaria da Habitação vai rever as 150 mil inscrições registradas até o momento, para verificar se elas obedecem às regras de financiamento.

Investimentos

A iniciativa privada vai investir R$ 900 milhões no empreendimento. A participação do Estado será de R$ 465 milhões, parcelado ao longo de 20 anos, com contrapartida máxima anual de R$ 82 milhões.

No total, serão construídas 3.683 moradias, das quais 1.423 serão destinadas a outra modalidade de financiamento, para renda familiar de seis a dez salários mínimos.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

 

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Ministério das Cidades avalia a efetividade da Política Nacional de Mobilidade Urbana

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O Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana (SEMOB) tem buscado avaliar a efetividade da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) no país.

A meta é traçar um diagnóstico do setor e, a partir desses indicadores, atingir os melhores resultados para os cidadãos que utilizam os serviços na ponta.

A SEMOB, com o apoio de importantes parceiros institucionais, fez um esforço coletivo para a definição e acompanhamento dos dados. O resultado preliminar está consolidado na publicação “Indicadores de Efetividade da Política Nacional de Mobilidade Urbana”, disponibilizada no site da Secretaria. A lista é classificada por sete eixos temáticos, prazo de consolidação e apuração.

“Trata-se de uma iniciativa que fornece ao Ministério das Cidades um conjunto de indicadores relevantes que devem ser monitorados a fim de avaliar a efetividade desta importante política pública, retroalimentando sua implantação”, ressalta o titular da SEMOB, José Generoso.

Segundo ele, o estudo servirá para avaliação e acompanhamento da situação da mobilidade urbana no país e ainda orientará, de forma eficiente, as ações da Pasta.

Com base nisso, serão produzidos relatórios periódicos com a evolução dos resultados obtidos, análises e sugestões de melhorias em continuidade à implantação da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Eixos temáticos

Os eixos temáticos foram classificados em qualidade do sistema de mobilidade urbana; desenvolvimento urbano integrado; sustentabilidadeeconômica e financeira; gestão democrática e controle social; acesso e equidade; sustentabilidade ambiental e acidentes de transportes.

O estudo considerou como indicadores de curto prazo o percentual da população que gasta 1hora ou mais no deslocamento casa-trabalho (total e por faixa de renda); percentual da população que vive próxima a terminais e estações de transporte de média e alta capacidade (total e por faixa de renda); percentual de receita extra tarifária do sistema de transporte coletivo por ônibus; peso do custo de transporte público na renda média; percentual de combustíveis renováveis na matriz energética do transporte; emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) per capita e emissões de poluentes locais per capita.

Tratou ainda do número de mortos em acidentes de trânsito por 100 mil habitantes (total e por modo de deslocamento); número de feridos; número de feridos hospitalizados em acidentes de trânsito   por 100 mil habitantes (total e por modo de deslocamento); gasto com internações de feridos hospitalizados no Sistema Único de Saúde (SUS) devido a acidentes de trânsito por 100 mil habitantes e gasto total com indenizações (morte e invalidez) pagas pelo Seguro DPVAT.

Relatório

O relatório consolida os resultados alcançados até agosto de 2016 pelo Grupo de Trabalho (GT). O Grupo, criado para definição de indicadores de efetividade da Política Nacional de Mobilidade Urbana, foi instituído pela portaria 539 de outubro de 2015, do Ministério das Cidades.

Reúne 27 membros de 11 instituições de organizações da sociedade civil, associações ligadas ao setor de mobilidade urbana e instituições.

A Lei n° 12.587/12 que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana foi promulgada em janeiro de 2012, visando orientar a atuação dos diversos níveis de governo em busca de uma mobilidade urbana cada vez mais sustentável.

A legislação aborda o papel da União, Estados e Municípios na implantação da Política, esclarece os direitos dos usuários dos sistemas de mobilidade, dá as diretrizes para a regulação dos serviços de transporte público coletivo e as diretrizes para o planejamento e gestão dos sistemas de mobilidade urbana.

Fonte: Ministério das Cidades

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Prefeitura de São Paulo e Governo do Estado anunciam novas parcerias

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Em reunião com secretários municipais e estaduais, gestões falam de ações conjuntas nas áreas de Educação, Saúde, Habitação e Assistência Social

O prefeito João Doria, acompanhado dos 22 secretários municipais, participou na manhã desta segunda-feira (9) de uma reunião com o governador do Estado, Geraldo Alckmin, e os 25 secretários estaduais. Durante o encontro, foram feitas parcerias nas áreas de Educação, Saúde, Transporte, Segurança, Habitação e Assistência Social.

“Fizemos uma reunião de trabalho muito proveitosa. Essa sinergia irá beneficiar o cidadão, o munícipe de São Paulo. Possibilitando com menos custos se fazer mais e se fazer melhor”, disse o governador. “Isso é ganho de eficiência, redução de custo, ações integradas entre os governos, maior velocidade nas ações e menor burocracia. Quem ganha com isso é a população da cidade de São Paulo”, afirmou o prefeito.

Na Educação, haverá uma integração entre as redes, criando um calendário único de aulas municipais e estaduais, que irão começar e terminar juntas. Também haverá integração nos ciclos e no material pedagógico das redes de ensino. O Estado ainda irá ceder à gestão municipal salas de aulas que estejam ociosas.

Também foi definido que os telefones de emergências 190, 192 e 193 serão integrados para que exista apenas um número de urgência na cidade. O Estado irá ceder quatro carretas de programas de saúde para a gestão municipal, como forma de ajudar a diminuir a fila de exames na cidade. As carretas Mulheres de Peito serão levadas a locais indicados pela Prefeitura. Perus e Capela do Socorro serão os primeiros a receberem o serviço, com o objetivo de fazer 6 mil mamografias em 90 dias e assim zerar a fila de espera.

A Prefeitura e o Estado irão trabalhar na regularização fundiária, começando pela região de Heliópolis. Também foram liberados R$ 37 milhões do Estado para os programas Casa Paulista e Casa da Família. A Parceria Público-Privada do Centro já está em vigência e Doria entregou ao governador o alvará para início da construção de 1.202 unidades habitacionais na região da Luz.

As duas gestões irão inaugurar ainda uma Etec destinada exclusivamente à produção de games. Denominada de Etecri, ela ficará localizada na região da Lapa. O Estado também irá disponibilizar cinco carretas do Programa Via Rápida Emprego, para a realização de cursos de capacitação.

Já na Assistência Social, a parceria Prefeitura e Estado irá oferecer, dentro dos Centros de Integração da Cidadania (CICs), cursos de capacitação para pessoas em situação de rua. A Defensoria Pública do Estado também passará a ter um serviço exclusivo para atender essa população.

Para a redução de mortes e acidentes viários, foi assinado um protocolo entre a Prefeitura e o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, com o objetivo de garantir mais fiscalização, sinalização e educação para o trânsito.

Uma outra parceria é relacionada ao Sistema Detecta. Atualmente ele conta com 178 câmeras com OCR; a meta é que ele passe a ter 950. Também na área de segurança, a Operação Desmanche passará a ser articulada entre a polícia e a prefeitura, com o auxílio das Prefeituras Regionais na identificação de desmanches clandestinos.

No meio ambiente, o programa Córrego Limpo, antiga parceria entre Estado e município que despoluiu e revitalizou 149 córregos, será retomado inicialmente em três cursos d’água. Também está em andamento um conjunto de ações de combate a enchentes, desassoreamento de bocas de lobo e macrodrenagem dos rios. O plantio de mudas que ajudem a recuperar e preservar rios também será intensificado.

As reuniões entre governo e município serão periódicas e devem acontecer a cada três meses.

Fonte: PMSP

 

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Projeto de Lei cria programa “Rua 24 Horas” em São Paulo

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O Projeto de Lei (PL) 594/2013, que institui o programa “Rua 24 Horas”, foi aprovado em definitivo na Câmara Municipal e segue para sanção do prefeito.

De autoria do vereador Nabil Bonduki (PT), a proposta visa à utilização de trechos de vias públicas e praças para atividades culturais, de lazer, esportivas e abertura de comércio para além do horário normal de funcionamento, das 22h às 5h, desde que os prédios no entorno sejam predominantemente comerciais.

De acordo com a justificativa do PL, o objetivo “é autorizar a criação de Ruas de Lazer no período noturno, com gestão conjunta do poder público e da comunidade através dos Comitês de Ruas 24 horas, estimulando que a própria comunidade possa propor, organizar e autogerir os eventos e atividades que ali ocorrerão”.

Fonte: CMSP

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Aprovado projeto que cassa alvará de empresas que fazem uso de trabalho escravo em São Paulo

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O Projeto de Lei 105/2013da vereadora Patrícia Bezerra (PSDB), que trata da cassação imediata do Alvará Municipal de Funcionamento — ou de qualquer outra licença da Prefeitura do Município de São Paulo — de empresa na qual for constatada a utilização direta ou indireta de trabalho escravo ou condições semelhantes, foi aprovado em segunda votação pelo plenário da Câmara, na forma do substitutivo da CCJ  (Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa).

O projeto, que contou com uma emenda de sua autora, foi promulgado pelo Executivo.

Fonte: CMSP

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Prefeitura de São Paulo lança Mutirão Mario Covas

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Com primeira ação realizada no Itaim Paulista, programa quer recuperar calçadas com ajuda da população

Começou neste domingo (8) o Programa Calçada Nova – Mutirão Mário Covas, que tem como principal objetivo promover, junto à população, a recuperação das calçadas da capital paulistana.

Esta primeira ação foi realizada na região do Itaim Paulista, na área compreendida pelas ruas Inocêncio Preto Moreira, Rio Contagem, Timóteo Correia de Góes e Diogo de Gouvêia Osório, que conta com o Parque Santa Amélia, a EMEI Profª Maria da Conceição Vieira Pereira e o CECCO Parque Santa Amélia. A região foi escolhida para homenagear o ex-prefeito e ex-governador Mario Covas, que iniciou ali seu programa de mutirões de recuperação de guias e sarjetas.

O prefeito João Doria, acompanhado do vice-prefeito e secretário de Prefeituras Regionais Bruno Covas participou ativamente da ação, ajudando na colocação de guias, na retirada de entulhos e também plantando uma árvore no jardim da EMEI.

“Cada ato que o prefeito participa tem um simbolismo. O significado disso é o exemplo, a atitude, a representatividade do prefeito estar aqui ajudando a fazer. A essência é o exemplo. Estamos dando referência para os secretários, para os servidores públicos e principalmente para a população”, disse o prefeito João Doria.

Além da limpeza, corte de mato, conservação do pavimento e instalação de guias rebaixadas para acessibilidade das calçadas, a Prefeitura fará, com a ajuda dos mutirões, um conjunto de ações dos equipamentos públicos ao redor, como operação cata-bagulho, conservação de áreas verdes e um trabalho de conscientização da população local sobre horários da coleta de lixo.

“Nessa ação do mutirão queremos fazer uma parceria com a população e com a iniciativa privada. A Prefeitura entra com capacitação, a iniciativa privada entra com material e a população entra com a mão de obra. Dessa forma a gente quer envolver as pessoas a ajudarem a resolver o problema de calçadas na cidade de São Paulo”, explicou o vice-prefeito e secretário de Prefeituras Regionais Bruno Covas.

O Calçada Nova – Mutirão Mário Covas será realizado semanalmente, começando da periferia e indo para o centro. Nesta primeira ação do Itaim Paulista trabalham 64 funcionários de empresas que prestam serviços a gestão municipal e outros 30 funcionários da prefeitura regional de Itaim Paulista.

Fonte: PMSP

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Decreto estabelece diretrizes para construção de novo entreposto, em Perus

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O prefeito Fernando Haddad assinou declaração de conformidade, que autoriza e estabelece as regras do projeto que será licenciado

O prefeito Fernando Haddad assinou nesta quarta-feira (28) o decreto que aprova o Projeto de Intervenção Urbana do Novo Entreposto de São Paulo (PIU-NESP). O documento também estabelece os parâmetros de parcelamento, uso e ocupação do solo para as Zonas de Ocupação Especial (ZOE), localizadas no distrito de Perus, conforme o artigo 15 da Lei 16.402/2016 (Lei de Zoneamento). De acordo com a legislação, cerca de 40% da ZOE deve ser destinada à administração municipal, para a criação de áreas de preservação ambiental e equipamentos públicos.

O projeto prevê a saída da parte de atacado e logística da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), empresa vinculada ao governo federal, para um terreno localizado na zona norte da cidade.

“O que foi autorizado aqui é que o grupo apresente o projeto do novo entreposto, como condiz o que está previsto no Plano Diretor e na Lei de Zoneamento. Isso, a depender da União, vai liberar a área do atual entreposto [Ceagesp] para uma transformação”, explicou o prefeito.

De acordo com o decreto, toda parte de intervenções, fases de implantação, parâmetros urbanísticos, áreas de destinação pública e de preservação devem ser observados para a construção do novo equipamento. A divisão dos lotes deverá levar em consideração melhorias de drenagem e padrões de sustentabilidade.

De acordo com o cronograma previsto, no primeiro semestre de 2017 o grupo entregará o projeto para que no segundo semestre seja licenciado. As obras devem ser iniciadas em 2018. A migração dos comerciantes para o novo entreposto será pactuada com o governo federal.

Novo entreposto
O futuro entreposto é um empreendimento privado, que será construído em uma área particular estratégica. São 4 milhões de metros quadrados com acesso às rodovias Bandeirantes e Anhanguera, ao Rodoanel e à linha férrea da CPTM. A proposta para a construção foi apresentada em julho deste ano pela empresa Novo Entreposto São Paulo (NESP).

“Serão feitos convênios para que se mantenha a ordem do bom abastecimento. O entreposto tem uma importância não só para a cidade, como no estado de São Paulo e no Brasil. Ele é um grande centralizador e formador de preços”, afirmou o presidente do NESP, Sérgio Benassi.

Benefícios
Com o novo entreposto, a expectativa é que sejam criadas 30 mil novas vagas de trabalho na região de Perus. Ele também possibilitará a abertura de espaço para a requalificação da Vila Leopoldina e liberação da urbanização do Arco do Futuro.

Os atuais permissionários da CEAGESP, que hoje são locatários, podem se tornar proprietários dos boxes que serão ocupados. Além disso, eles poderão contar com um espaço mais moderno, informatizado, com maior mobilidade para a entrada de saída dos caminhões e com modelo de carga e descarga mais ágil.

“Eles passarão a oferecer um atendimento melhor, com uma logística de distribuição muito mais adequada, liberando a cidade para se desenvolver do ponto de vista urbanístico, reorientando o eixo de desenvolvimento da cidade na direção correta. É impecável”, disse Haddad sobre o projeto.

Vila Leopoldina
Após a transferência da Ceagesp, será possível dar andamento ao projeto do Arco Tietê, que prevê uma mudança urbana na região da Vila Leopoldina, levando desenvolvimento com novas moradias e empresas de tecnologia. Atualmente, o bairro é considerado o mais poluído da cidade, devido ao tráfego diário de aproximadamente 15 mil caminhões.

Para não afetar a qualidade de vida na região, todas as mudanças devem ser construídas junto com a população do bairro, por meio de audiências públicas, como determina a atual Lei de Zoneamento.

“O que o zoneamento fala é que toda e qualquer forma de ocupação que vier a acontecer no atual território do CEAGESP, para ser aprovado, deve ser submetido ao procedimento do PIU, que pressupõe debates e audiências públicas e legitimação por parte do poder público para garantir um processo participativo de construção coletiva do que de fato a cidade quer”, disse o secretário municipal de desenvolvimento Urbano, Fernando de Mello Franco.

Fonte: PMSP

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Ministério das Cidades desburocratiza a regularização fundiária urbana no Brasil

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O governo federal publicou no último dia 23, Medida Provisória n° 759/2016 com o objetivo de desburocratizar, agilizar e reduzir custos das ações de regularização fundiária urbana no país.

O novo marco legal traz inovações com o conceito de informalidade tratado como núcleo urbano informal, a legitimação fundiária, a desburocratização dos procedimentos de aprovação e registro, além da criação do direito de laje.

O conceito de núcleo urbano informal atende moradias localizadas em áreas com possibilidade de regularização fundiária, a serem definidas por estados e municípios. Nele, se enquadram ocupações ordenadas, desordenadas, clandestinas, irregulares, como, por exemplo, condomínios, loteamentos e incorporações ilegais.

A regularização poderá ser aplicada ainda em imóveis situados na zona rural, desde que o núcleo informal tenha ocupação e destinação urbana, bem como em conjuntos habitacionais promovidos pelo Poder Público.

“O título traz a possibilidade de colocarmos milhões de ativos na economia, passíveis de serem utilizados no mercado e no acesso ao crédito. A partir do momento em que os moradores tiverem os documentos em mãos, cada unidade terá uma matrícula própria e o imóvel será valorizado”, explica o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

Uma nova forma de registrar a propriedade foi criada: a legitimação fundiária, onde o processo tradicional de regularização título a título será substituído por um reconhecimento de aquisição originária de propriedade, a partir de cadastro aprovado pelo Poder Público.

Nestes casos, os municípios deverão reconhecer, a partir de estudos, ocupações urbanas como consolidadas e irreversíveis, localizadas em áreas públicas ou particulares, com ou sem registro imobiliário. Imóveis destinados a atividades profissionais ou comerciais também serão beneficiados, de acordo com os novos critérios.

Segundo o texto, haverá dois tipos de enquadramento para a regularização: interesse social e interesse específico. No primeiro, serão incluídas as ocupações por pessoas de baixa renda, com finalidade residencial, que receberão gratuitamente o registro do imóvel e toda a infraestrutura básica por conta do Poder Público. No segundo caso, o particular deverá custear toda a infraestrutura a ser definida no projeto de regularização da região.

Direito de laje

A novidade da MP é o direito de laje. “Permitiremos que mais de uma unidade habitacional seja construída numa mesma área. Assim, se o proprietário ceder o terreno, cada morador de unidade terá uma escritura individual: quem mora no primeiro piso terá um documento, e quem mora no segundo, outro”, ressalta Bruno Araújo.

O texto deixa claro que o “direito de laje” envolve o espaço aéreo ou o subsolo de terrenos públicos ou privados tomados em projeção vertical, com unidade imobiliária autônoma.

A medida passa valer a partir da data de sua publicação e promete aquecer o mercado imobiliário em 2017 com novos registros de imóveis. Por outro lado, estima-se que o número de moradias regularizadas eleve a qualidade de vida da população brasileira e estimule o acesso ao crédito no momento que passa a ter a titulação da propriedade.

Fonte: Ministério das Cidades

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Prefeitura entrega novas galerias dos córregos Água Preta e Sumaré

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Segundo dados do CGE, após o início da operação das novas galerias, foi observada uma queda de 93% nas ocorrências de alagamentos nas regiões da avenida Francisco Matarazzo e Praça Marrey Junior

A Prefeitura entregou na manhã desta quarta-feira (28) as obras de ampliação de capacidade das galerias dos córregos Água Preta e Sumaré, na zona oeste da cidade de São Paulo. A obra, que faz parte da Operação Urbana Água Branca, atende a uma reinvindicação de mais de 40 anos dos moradores locais que sofriam com alagamentos e enchentes.

De acordo com a SPObras, no Sumaré são 2 km de extensão de novas galerias e mais 1,5 km no Água Preta, com média de 3,60 metros de diâmetro. As duas novas galerias subterrâneas, construídas paralelamente as existentes, estão em pleno funcionamento e já beneficiam os moradores dos bairros Água Branca, Perdizes, Barra Funda e Pompéia.

“Com essa obra temos a recorrência de 25 anos, ou seja, se chover aquilo que costuma chover nos últimos 25 anos, nós não temos risco da Turiassu (Palestra Itália) e a Francisco Matarazzo encherem, porque foram feitas galerias que ligam essas duas vias até o rio Tietê, com capacidade cinco vezes maior do que a que existia antes”, afirmou o prefeito, que retirou a placa de sinalização que indicava o risco de alagamento da região.

Segundo dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) houve queda da ordem de 93% nas ocorrências de alagamentos compreendidas entre a avenida Francisco Matarazzo e a Praça Marrey Junior em comparação com o período anterior a operação das galerias.

“Além das grandes obras, nós temos uma carteira de pequenas e médias obras de drenagem que resolvem problemas históricos. Já entregamos 71 obras desse porte e temos outras 30 contratadas, além das que estão com projetos prontos”, disse o secretário de Infraestrutura Urbana e Obras, Roberto Garibe.

“Ainda há um cuidado a ser tomado na rua Barão do Bananal em uma pequena área que vai exigir uma obra adicional. Ainda temos nessa região, perto da rua Clélia, é uma área que vai exigir um terminal ligando aos receptores aqui que dão no rio Tietê, mas essa área mais complexa aqui está preservada. Isso significa que não pode acontecer uma enchente, porque a recorrência é baseada nos 25 anos, mas a chance disso acontecer é extremamente baixa. Tivemos chuva de 33 milímetros em uma hora recentemente e não tivemos problemas”, afirmou Haddad.

A ampliação das galerias do Água Preta e Sumaré se somam a outras grandes obras de drenagem que foram iniciadas pela Prefeitura e já beneficiam os moradores, como a dos córregos Ponte Baixa e Cordeiro, no extremo sul.

“Lembrando que os piscinões entregues pela atual gestão são todos cobertos, não entregamos abertos e sim com praças e equipamentos públicos em cima. Isso muda o padrão urbanístico da cidade. Ao invés de entregar aquele buraco que prejudica do ponto de vista da poluição visual a cidade. Temos 30 piscinões licitados, licenciados e conveniados com o PAC, que podem ser construídos a qualquer momento, bastando que a União garanta o cronograma de reembolso dos valores adiantados pela Prefeitura de São Paulo. São oito bacias contempladas por essas obras além dessas três que atuamos”, disse o prefeito.

“A gente pode dizer que tem um plano de investimento bem organizado para responder os problemas das enchentes na cidade. Eles estão resolvidos? Obviamente que não, mas nós temos hoje um horizonte de planejamento para todas as intervenções na principais bacias da cidade. O plano de investimento desenvolvido na gestão Haddad deu conta dos principais problemas que assola a cidade”, afirmou Garibe.

Fonte: PMSP

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